Procedimento para Estimar a Capacidade de Percolação

O procedimento para determinar a capacidade de percolação foi dividido em duas partes principais: A primeira tinha como finalidade de saturar o solo e observar qual seria a sua capacidade de infiltração e a segunda etapa identificar qual era o tempo necessário que este solo em estudo demoraria para absorver 1 cm de água.

Na primeira parte foram escavados 3 buracos de 30 cm de lado e 35 cm de profundidade. As paredes dos buracos foram corrigidas ao máximo pelos integrantes, porém por ser um solo arenoso, essa atividade vem difícil de ocorrer, pois existiam inúmeras raízes de arvores que estavam próximas e pela areia ser mais difícil de ser moldada quando seca. Logo após foi posto uma pequena camada de 5 cm de brita nº 1 em cada um dos buracos. Os buracos não tiveram a necessidade de serem mantidos cheios de água durante 4 horas, para garantir a saturação do solo, pois o nosso solo já era sabido que não iria saturar por ser arenoso.

Na segunda parte foi colocado 15 cm de água e com o auxílio de uma régua fixada no buraco e um cronômetro de celular, foi marcado o tempo em que a água demora de sair de 14 cm para 15 cm, infiltrando assim 1 cm. O ensaio foi repetido 5 vezes em cada dos buracos, com os tempos obtidos caracteriza-se o solo como arenoso, já que a sua permeabilidade é alta. Logo, para estimar a capacidade de percolação do solo (K), foi utilizada a norma NBR 13969 (Anexo A), apresentada pela professora e orientadora Larissa da Silva Paes Cardoso. Analisando o gráfico (figura 13), foi obtido um coeficiente de infiltração de 140 litros/m² x dia.